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	<title>Captativa</title>
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	<description>Uma consultoria de RH especializada em outsourcing de profissionais para o segmento farmacêutico.</description>
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	<title>Captativa</title>
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		<title>PharmaVoice: O Que Vem Por Aí Para a IA e a P&#038;D de Medicamentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 03:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades e Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Executivos do setor preveem inovações farmacêuticas e avanços na inteligência artificial em 2026. À medida que a IA se consolida na pesquisa e desenvolvimento farmacêutico, espera-se que a tecnologia traga benefícios significativos. Por Meagan Parrish via PharmaVoice Segundo uma pesquisa recente, líderes do setor esperam que até 30% do trabalho pré-clínico possa em breve ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Executivos do setor preveem inovações farmacêuticas e avanços na inteligência artificial em 2026. À medida que a IA se consolida na pesquisa e desenvolvimento farmacêutico, espera-se que a tecnologia traga benefícios significativos.</p>
<p><strong><em>Por Meagan Parrish via PharmaVoice</em></strong></p>
<p>Segundo uma pesquisa recente, líderes do setor esperam que até 30% do trabalho pré-clínico possa em breve ser realizado com alguma forma de IA e, em última análise, preveem uma redução de 16% nos custos de desenvolvimento de medicamentos com o uso de IA em geral.</p>
<p>Para chegar lá, a tecnologia terá que continuar a gerar transformações disruptivas na indústria farmacêutica — uma trajetória contínua que os líderes do setor acreditam que persistirá até 2026.</p>
<p>Mas os avanços terapêuticos da indústria farmacêutica ainda são fruto do trabalho árduo diário de cientistas dedicados, que buscam atender às necessidades não atendidas dos pacientes. No próximo ano, as empresas têm como objetivo criar a próxima geração de inovações em importantes áreas terapêuticas, como câncer e sistema nervoso central, além de tornar os ensaios clínicos mais eficientes e acessíveis.</p>
<p><strong>Como tudo isso se desenrolará em 2026? </strong></p>
<p>Neste artigo, líderes da indústria farmacêutica oferecem previsões sobre as próximas mudanças no desenvolvimento de medicamentos — incluindo novos casos de uso de IA, modalidades promissoras, a transformação do papel dos pacientes em P&amp;D e muito mais.</p>
<p><strong>A próxima era da IA. A IA transformará a descoberta de alvos.</strong></p>
<p>“Em 2026, a IA agente irá remodelar a descoberta de alvos terapêuticos, ajudando-nos a enxergar a biologia causal que define onde a verdadeira modificação da doença é possível. Estamos superando os modelos preditivos e caminhando para sistemas que integram genética humana, dados de perturbação e perfis multiômicos para entender o que está correlacionado com a doença e o que a impulsiona. Essa clareza está expondo mecanismos tratáveis, refinando mapas de vias metabólicas e revelando pontos de intervenção que eram invisíveis para a descoberta convencional. À medida que esses modelos amadurecem, eles aprimoram nossa capacidade de priorizar alvos que sejam geneticamente ancorados e terapeuticamente viáveis.”</p>
<p><em>Dr. John Lepore, CEO da ProFound Therapeutics, CEO-sócio da Flagship Pioneering</em></p>
<p><strong>Surgirão mais modelos colaborativos de P&amp;D.</strong></p>
<p>“Em 2026, a P&amp;D em ciências da vida atingirá um ponto de inflexão significativo, à medida que o design molecular aprimorado por IA se tornar o modo padrão de descoberta inicial. As organizações vencedoras integrarão o poder preditivo dos modelos diretamente ao contexto científico — incorporados a cadernos eletrônicos, plataformas de análise e fluxos de trabalho de design — para que os cientistas possam agir com base em insights de alta confiabilidade. O setor também reconhecerá cada vez mais que a verdadeira vantagem competitiva reside não nos algoritmos, mas no treinamento dos dados que os sustentam. E, à medida que os benefícios da melhoria colaborativa de modelos superarem as preocupações antigas com a soberania dos dados, o setor migrará para uma estrutura na qual as empresas farmacêuticas poderão se beneficiar da inteligência coletiva, o que se tornará prática padrão até o final do ano.”</p>
<p><em>David Gosalvez, diretor de estratégia da Revvity Signals.</em></p>
<p><strong>Os resultados dos primeiros testes clínicos da IA </strong><strong>​​</strong><strong>serão divulgados em breve.</strong></p>
<p>“Após anos de promessas exageradas, 2026 será o primeiro ciclo em que as plataformas de descoberta de fármacos baseadas em IA alcançarão pontos de inflexão clinicamente significativos, e não apenas marcos computacionais. A indústria estará de olho em empresas como a Generate:Biomedicines, à medida que os produtos biológicos desenvolvidos por IA avançam para estágios clínicos avançados, testando se essas plataformas conseguem traduzir consistentemente o design computacional em dados humanos.”</p>
<p><em>Jessica Owens, cofundadora da Initiate Ventures.</em></p>
<p><strong>A IA será mais utilizada nas fases finais de desenvolvimento.</strong></p>
<p>“O sucesso ou o fracasso de um medicamento no mercado pode depender de uma única diferença percentual. As empresas biofarmacêuticas têm tentado se antecipar a isso usando IA para descobrir candidatos mais direcionados. Em 2026, elas perceberão que precisarão de IA em etapas mais avançadas do desenvolvimento e investirão em biomarcadores baseados em IA, ao mesmo tempo que projetarão ensaios clínicos menores e mais eficientes ou simularão opções. Em resumo, as empresas biofarmacêuticas passarão da necessidade de células virtuais para a descoberta inicial para a necessidade de pacientes virtuais para testar diferentes cenários e hipóteses na fase clínica.”</p>
<p><em>Kevin Brown, CEO e cofundador da Standard Model Biomedicine.</em></p>
<p><strong>A IA agente transformará o trabalho clínico.</strong></p>
<p>“Até 2026, a IA ativa irá remodelar o desenvolvimento clínico de ponta a ponta, levando o setor da revisão retrospectiva para a supervisão contínua e inteligente. Esses sistemas não apenas automatizarão tarefas, mas também colaborarão ativamente com as equipes, anteciparão riscos e revelarão insights difíceis de serem detectados em larga escala por humanos. Na codificação médica, na interpretação de protocolos e na supervisão da qualidade, espera-se que o mesmo padrão se consolide, à medida que a IA ativa permite uma atenção mais rápida e focada em dados críticos. Conforme essas capacidades amadurecem, o setor verá ambientes de estudo com atualização automática, onde dados, contexto e modelos de risco são atualizados em tempo quase real.”</p>
<p><em>Usama Dar, diretor de produtos e tecnologia da CluePoints.</em></p>
<p><strong>O mercado de IA começará a se consolidar.</strong></p>
<p>“Em 2025, o mercado estava ávido por investir em aplicações de IA, mas as condições macroeconômicas e as mudanças nas políticas pressionaram os sistemas de planos de saúde e provedores, com foco absoluto em retornos tangíveis sobre o investimento (ROI). Em 2026, veremos a separação entre o joio e o trigo e o surgimento, em tempo real, das melhores empresas de IA em tecnologia da saúde. Como resultado, antecipamos o início da consolidação do mercado e um foco nas aplicações e agentes que impactam os principais desafios de receita e produtividade — como o ciclo de faturamento e a redução da carga administrativa para os médicos, para que eles possam se dedicar ao trabalho essencial.”</p>
<p><em>Megan Shaw, CEO e presidente da Pittsburgh Life Sciences.</em></p>
<p><strong>A governança da IA </strong><strong>​​</strong><strong>se tornará fundamental.</strong></p>
<p>“Até 2026, a governança da IA ​​evoluirá de um mero exercício de conformidade para uma disciplina operacional essencial, impulsionando decisões mais seguras e rápidas em toda a farmacovigilância. Os órgãos reguladores estão cada vez mais alinhados em torno de expectativas baseadas em princípios, concentrando-se em avaliações de risco, evidências de controles e processos auditáveis, em vez de endossar ferramentas específicas. Embora seja improvável que a estrutura de governança mude, sua essência sim. À medida que a IA se estende além da assistência documental para fluxos de trabalho críticos, como detecção de sinais, análise de risco-benefício e revisão médica, áreas como explicabilidade, privacidade e monitoramento se tornarão mais importantes.”</p>
<p><em>Marie Flanagan, diretora de gerenciamento de produtos em projetos e soluções digitais da IQVIA.</em><em> </em></p>
<p><strong>Avanços no desenvolvimento de medicamentos </strong></p>
<p><strong>O alinhamento global melhorará a P&amp;D.</strong></p>
<p>“O desenvolvimento clínico em 2026 será cada vez mais definido pela globalização de ensaios clínicos eficientes e bem conduzidos. As empresas adotarão modelos operacionais mais enxutos e priorizarão a obtenção de resultados clínicos claros em vez de amplos portfólios de produtos. O crescente ecossistema de desenvolvimento clínico da China permitirá estudos mais rápidos e com menor necessidade de capital, que suportam iterações rápidas e resultados mais conclusivos. As organizações que tiverem sucesso serão aquelas que combinarem ciência sólida com execução operacional rigorosa e disciplina, focando na geração de resultados clínicos significativos que se traduzam em benefícios reais para os pacientes.”</p>
<p><em>João Ribas, diretor da Seed Investments (Novo Holdings)</em></p>
<p><strong>Os avanços em anticorpos podem mudar os resultados do câncer.</strong></p>
<p>“Os tratamentos para cânceres avançados e recorrentes ficaram aquém das necessidades dos pacientes, mas estamos testemunhando um impulso notável à medida que novas modalidades terapêuticas, abrangendo terapias baseadas em anticorpos, incluindo anticorpos biespecíficos e conjugados anticorpo-fármaco (ADCs), bem como outros formatos de medicamentos emergentes, avançam rapidamente para as fases finais de desenvolvimento. Anticorpos biespecíficos e ADCs estão transformando o cenário de tratamento para tumores hematológicos e sólidos. Em 2026, diversos resultados de estudos de fase 3 e registros regulatórios altamente aguardados, provenientes dessa onda de inovação, trarão esperança significativa para pacientes que lutam contra os cânceres mais agressivos.”</p>
<p><em>Dr. Tahamtan Ahmadi, vice-presidente executivo, diretor médico e chefe de medicamentos experimentais da Genmab.</em></p>
<p><strong>A área de P&amp;D será mais integrada, tanto interna quanto externamente.</strong></p>
<p>“Prevemos terapias mais direcionadas e personalizadas para o tratamento de doenças crônicas e raras, em parte devido à proliferação da multiômica em diagnósticos complementares e à necessidade de ensaios diagnósticos para novas terapias aprovadas pelo FDA. Ao integrar diversas disciplinas ômicas, os pesquisadores conseguem compreender melhor a base molecular das doenças, indo além de modelos de biomarcadores únicos para sistemas mais robustos e multicamadas. Essa abordagem integrada pode levar a melhorias na validação de alvos, na seleção de pacientes e na retenção em ensaios clínicos.”</p>
<p><em>Madhuri Hegde, vice-presidente sênior e diretora científica da Revvity.</em></p>
<p><strong>A Diversidade, a Equidade e a Inclusão (DEI) irão mudar, mas continuarão sendo cruciais.</strong></p>
<p>“As mudanças administrativas em Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) e as flexibilizações regulatórias causaram incertezas em 2025 e potencialmente despriorizaram incentivos para iniciativas críticas, como o recrutamento inclusivo para ensaios clínicos. Em 2026, ainda veremos empresas adotando os princípios de DEI em ensaios clínicos — apenas de forma diferente. Em vez de ser uma iniciativa isolada, impulsionada ou removida por políticas, a DEI será integrada às operações comerciais principais. Uma área em que veremos isso é em ensaios clínicos para GLP-1s. À medida que a demanda continua a aumentar, a diversidade desempenhará um papel crucial nas análises regulatórias desses medicamentos.”</p>
<p><em>Katrina Rice, diretora de operações, serviços de biometria, eClinical Solutions</em></p>
<p><strong>A equidade em saúde afetará a reputação.</strong></p>
<p>“No cenário corporativo atual, prevejo que as empresas mais admiradas serão aquelas que colocam a pessoa como um todo no centro de tudo o que fazem. Os líderes estão integrando a equidade em saúde em sua cultura e decisões cotidianas, garantindo o acesso equitativo aos cuidados. A verdadeira diferenciação virá das organizações que demonstrarem, com ousadia, um impacto real, não apenas por meio dos medicamentos que fornecem, mas também pela forma como apoiam as comunidades. Olhando para 2026, a equidade em saúde se tornará inseparável do legado, da reputação e da confiança que uma empresa conquista.”</p>
<p><em>Wendy Short Bartie, vice-presidente executiva de assuntos corporativos da Bristol Myers Squibb</em></p>
<p><strong>O desenho adaptativo de ensaios clínicos será o fator determinante.</strong></p>
<p>“Em 2026, prevejo uma grande mudança em direção à melhoria da probabilidade de sucesso em P&amp;D, especialmente na fase 2. Devemos esperar que encerramentos mais precoces, estudos adaptativos menores e modelagem e simulação avançadas se tornem prática padrão. Essa abordagem disciplinada reduzirá o desperdício de investimentos e acelerará o desenvolvimento de ativos promissores. As organizações que adotarem a tomada de decisões baseada em dados e a agilidade de portfólio superarão aquelas que se apegarem a modelos de ensaios clínicos tradicionais.”</p>
<p><em>Aaron Mitchell, diretor da ZS</em></p>
<p><strong>Mais terapias ultrapassarão as fronteiras de indicação.</strong></p>
<p>“As fronteiras entre as disciplinas se tornarão significativamente menos nítidas em 2026 devido à sobreposição na imunobiologia. Por exemplo, vimos que as vacinas contra a COVID-19 baseadas em mRNA prolongam a sobrevida de pacientes com câncer e que o vírus Epstein-Barr reprograma células B autorreativas, impulsionando a autoimunidade no lúpus. A sobreposição na imunobiologia também significa que, uma vez que um alvo tenha seu risco reduzido e uma molécula demonstre um perfil de benefício/risco aceitável em uma indicação, ela poderá ser rapidamente reaproveitada em outra.”</p>
<p><em>Dra. Anne Kasmar, vice-presidente sênior e chefe global da área terapêutica de doenças infecciosas e vacinas da Parexel.</em></p>
<p><strong>A CNS conquistará um avanço necessário.</strong></p>
<p>“Prevejo que 2026 marcará um novo capítulo no desenvolvimento de medicamentos para o SNC. Especificamente, acredito que será o ano em que os transportadores através da barreira hematoencefálica e as terapias baseadas em oligonucleotídeos se tornarão a nova ‘dupla poderosa’. Por mais de uma década, o potencial desses medicamentos para causar um impacto transformador em uma série de distúrbios do SNC tem sido evidente, devido à sua capacidade de promover alterações direcionadas a alvos específicos da doença. No entanto, a concretização desse potencial tem sido limitada por problemas de administração. O desenvolvimento de transportadores através da barreira hematoencefálica deve permitir a administração sistêmica ou subcutânea dessas terapias, eliminando seu calcanhar de Aquiles. O valor que isso desbloqueará e o impacto na área do SNC serão enormes — espero ver um aumento nas parcerias e acordos relacionados durante o ano.”</p>
<p><em>Dr. Jan Thirkettle, CEO da Harness Therapeutics</em></p>
<p><strong>A próxima geração de medicamentos contra o câncer ganhará força.</strong></p>
<p>“Os medicamentos direcionados a PD-1 e VEGF apresentaram grandes avanços em 2025, com alguns emergindo como candidatos promissores para desafiar o Keytruda. Os ADCs também tiveram um crescimento exponencial, com resultados que podem levar medicamentos já consolidados, como o Enhertu, a estágios mais precoces da doença. A próxima geração de ADCs, diferenciada tanto pelo alvo quanto pela carga útil, deve ser anunciada até 2027, o que significa que 2026 promete ainda mais novidades. As terapias com radionuclídeos direcionados também foram uma área interessante que ganhou impulso no tratamento do câncer de próstata e de tumores neuroendócrinos. Embora talvez não vejamos muitas aprovações nessa área em 2026, espere que dados importantes da próxima geração de emissores alfa ajudem a impulsionar mudanças de paradigma fundamentais em 2027 e nos anos seguintes.”</p>
<p><em>Ethan Smith, diretor da área terapêutica da Norstella.</em></p>
<p><strong>O próximo grande avanço na oncologia virá de conjuntos de dados unificados.</strong></p>
<p>“Em 2026, os principais fornecedores de dados do mundo real começarão a se unir às principais fundações de oncologia para construir conjuntos de dados unificados que combinem informações sobre a história natural da doença, perfis genômicos e dados clínicos longitudinais. As fundações contribuem com registros de pacientes cuidadosamente selecionados, enquanto as organizações de dados do mundo real fornecem a tecnologia necessária para limpar, vincular e padronizar conjuntos de dados complexos. Essas parcerias criarão ativos de dados de alto valor que melhorarão a estratificação de pacientes, revelarão subpopulações raras precocemente e fortalecerão os desfechos do mundo real usados ​​no desenvolvimento clínico.”</p>
<p><em>Vikas Mahajan, vice-presidente associado de dados, análises e IA da Indegene.</em></p>
<p><strong>Os pacientes terão um papel mais importante na pesquisa sobre o câncer.</strong></p>
<p>“Em 2026, os pacientes continuarão a remodelar a oncologia, pressionando por terapias personalizadas e de precisão que preservem a qualidade de vida e, ao mesmo tempo, proporcionem benefícios significativos. Com os pacientes assumindo um papel mais ativo e informado em seus cuidados, a defesa de seus direitos deve retornar ao seu propósito original: apoiar firmemente o paciente. Essa mudança exercerá maior pressão sobre as estruturas regulatórias que dificultam o acesso a terapias promissoras. Em última análise, o aumento das expectativas dos pacientes, o crescimento da medicina de precisão e um foco renovado na sobrevida a longo prazo levarão o tratamento do câncer a um modelo baseado em terapias que fortaleçam a pessoa como um todo.”</p>
<p><em>Dr. Nathan Goodyear, médico de medicina integrativa, Williams Cancer Institute</em></p>
<p><strong>As estratégias de dosagem irão mudar.</strong></p>
<p>“Em 2026, a iniciativa Project Optimus da FDA se tornará o padrão esperado para a otimização de doses no desenvolvimento de medicamentos oncológicos. Os patrocinadores não poderão mais se basear em práticas antigas centradas na dose máxima tolerada, que podem expor os pacientes a toxicidades desnecessárias. Órgãos reguladores e médicos esperarão que a seleção da dose seja respaldada pela totalidade das evidências, integrando farmacologia, resposta à exposição, segurança e experiência do paciente. Essa mudança incentivará as empresas a desenvolverem estudos de fase inicial mais inteligentes e a aceitarem que a otimização da dose não é opcional, mas sim fundamental.”</p>
<p><em>Pascal Piedbois, diretor médico da One2Treat</em></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Link da Matéria: <a style="color: #000000;" href="https://www.pharmavoice.com/news/pharma-crystal-ball-2026-predictions-ai-drug-rd-development/809144/" target="_blank" rel="noopener">Clique Aqui</a></em></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>IA e o Futuro do Trabalho: Parceria, Não Substituição</title>
		<link>https://captativa.com.br/ia-e-o-futuro-do-trabalho-parceria-nao-substituicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 18:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades e Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo da McKinsey Global Institute revela uma perspectiva surpreendente sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho: em vez de substituir massivamente os trabalhadores humanos, a IA está criando um novo modelo de colaboração entre pessoas, agentes digitais e robôs. O que a pesquisa descobriu A análise minuciosa de aproximadamente 800 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo estudo da McKinsey Global Institute revela uma perspectiva surpreendente sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho: em vez de substituir massivamente os trabalhadores humanos, a IA está criando um novo modelo de colaboração entre pessoas, agentes digitais e robôs.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>O que a pesquisa descobriu</strong></p>
<p>A análise minuciosa de aproximadamente 800 ocupações nos Estados Unidos mostra que, embora as tecnologias atuais possam teoricamente automatizar cerca de 57% das horas de trabalho, isso não se traduz em desemprego em massa. O estudo enfatiza que <strong>capacidade técnica não é o mesmo que adoção real</strong> – e que a maioria dos empregos será transformada, não eliminada.</p>
<p><strong>A boa notícia: a maioria das habilidades humanas permanecerá relevante</strong></p>
<p>Um dado animador emerge da pesquisa: <strong>mais de 70% das habilidades demandadas hoje são utilizadas tanto em trabalhos automatizáveis quanto em não-automatizáveis</strong>. Isso significa que a maior parte das competências profissionais continuará valiosa, embora sua aplicação possa mudar significativamente.</p>
<p>Por exemplo, um radiologista não será substituído pela IA – em vez disso, usará ferramentas de análise de imagem assistidas por IA para trabalhar com mais precisão e eficiência, dedicando mais tempo à tomada de decisões complexas e ao atendimento ao paciente. De fato, entre 2017 e 2024, o emprego de radiologistas cresceu cerca de 3% ao ano, apesar dos avanços acelerados da IA na área.</p>
<p><strong>Três arquétipos de trabalho no futuro</strong></p>
<p>A pesquisa identificou sete arquétipos de ocupações, que podem ser agrupados em três categorias principais:</p>
<ol>
<li><strong> Trabalhos centrados em pessoas (33% dos empregos)</strong></li>
</ol>
<p>Profissões em saúde, construção e manutenção que exigem presença humana, julgamento contextual e habilidades socioemocionais. Esses empregos têm baixo potencial de automação.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Trabalhos híbridos (33% dos empregos)</strong></li>
</ol>
<p>Ocupações que combinam pessoas, agentes e robôs, como professores, engenheiros e especialistas financeiros. Aqui, a IA aumenta a produtividade humana, permitindo que profissionais se concentrem em atividades de maior valor.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Trabalhos com alto potencial de automação (40% dos empregos)</strong></li>
</ol>
<p>Funções administrativas, jurídicas e operacionais onde a IA pode assumir tarefas cognitivas repetitivas. No entanto, mesmo nesses casos, humanos permanecerão essenciais para supervisão, validação e tomada de decisões complexas.</p>
<p><strong>As habilidades que importarão mais</strong></p>
<p>A pesquisa desenvolveu um <strong>Índice de Mudança de Habilidades</strong> que revela quais competências serão mais e menos afetadas até 2030:</p>
<p><strong>Habilidades com maior exposição à automação:</strong></p>
<ul>
<li>Processamento de dados e contabilidade</li>
<li>Programação em linguagens específicas</li>
<li>Processamento financeiro</li>
<li>Controle de equipamentos</li>
</ul>
<p><strong>Habilidades com menor exposição:</strong></p>
<ul>
<li>Resolução de conflitos interpessoais</li>
<li>Design thinking</li>
<li>Liderança e coaching</li>
<li>Negociação</li>
<li>Cuidado e assistência a pessoas</li>
</ul>
<p><strong>O crescimento explosivo da fluência em IA</strong></p>
<p>Um dado impressionante: <strong>a demanda por fluência em IA cresceu sete vezes em apenas dois anos</strong> (2023-2025), tornando-se a habilidade de crescimento mais rápido nos anúncios de emprego nos EUA. Hoje, cerca de 7 milhões de trabalhadores atuam em ocupações que já exigem pelo menos uma habilidade relacionada à IA.</p>
<p><strong>Reimaginando fluxos de trabalho inteiros</strong></p>
<p>A pesquisa argumenta que os maiores ganhos de produtividade não virão da automação de tarefas individuais, mas da <strong>reimaginação completa de fluxos de trabalho</strong> para integrar pessoas, agentes e robôs.</p>
<p>Quatro casos práticos ilustram essa transformação:</p>
<ol>
<li><strong> Vendas B2B</strong></li>
</ol>
<p>Uma empresa de tecnologia implementou agentes de IA para priorizar leads, gerenciar contatos iniciais e agendar reuniões. Resultado: vendedores economizaram 30-50% do tempo, dedicando mais energia a negociações estratégicas e construção de relacionamentos. Aumento de receita projetado: 7-12% anuais.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Atendimento ao cliente</strong></li>
</ol>
<p>Uma concessionária de serviços públicos implantou agentes conversacionais que agora resolvem 40% das chamadas autonomamente, com taxa de resolução de 80% sem intervenção humana. Custo por chamada caiu 50% e satisfação do cliente aumentou 6 pontos percentuais.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Relatórios clínicos farmacêuticos</strong></li>
</ol>
<p>Uma farmacêutica global criou uma plataforma de IA para redigir relatórios de estudos clínicos. O tempo de revisão humana caiu quase 60%, os erros reduziram 50%, e o processo de aprovação regulatória acelerou em semanas.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Modernização de TI</strong></li>
</ol>
<p>Um banco regional usou agentes de IA para migrar milhões de linhas de código legado. O projeto, que levaria meses manualmente, alcançou 70% de precisão de código e reduziu as horas humanas necessárias em até 50%.</p>
<p><strong>O papel crucial da liderança</strong></p>
<p>O relatório enfatiza que capturar o potencial econômico da IA – estimado em <strong>US$ 2,9 trilhões até 2030 apenas nos EUA</strong> – depende menos de avanços tecnológicos e mais de como as organizações preparam suas equipes e redesenham processos.</p>
<p><strong>Questões essenciais para líderes empresariais:</strong></p>
<ol>
<li><strong>Você está reimaginando seu negócio para o valor futuro?</strong> Ganhos reais vêm de redesenhar processos inteiros, não apenas melhorar fluxos existentes.</li>
<li><strong>Você está liderando a IA como transformação central do negócio?</strong> Delegar à TI pode acelerar implementação, mas vantagem estratégica duradoura requer compromisso visível da alta liderança.</li>
<li><strong>Você está construindo uma cultura de experimentação?</strong> Organizações que testam e adaptam rapidamente aprendem mais rápido.</li>
<li><strong>Você está construindo confiança e garantindo segurança?</strong> O foco está mudando de verificar outputs individuais para validar lógica de IA e estabelecer políticas claras.</li>
<li><strong>Você está equipando gestores para liderar equipes híbridas?</strong> Supervisão de rotina pode ser automatizada, liberando gestores para coaching, orquestração de sistemas híbridos e validação de performance.</li>
<li><strong>Você está preparando trabalhadores para novas habilidades?</strong> Empresas precisam decidir se reinvestirão capacidade liberada em desenvolvimento humano ou focarão apenas em eficiência.</li>
</ol>
<p><strong>Conclusão: uma parceria, não uma substituição</strong></p>
<p>O estudo da McKinsey apresenta uma visão nuançada e fundamentalmente otimista sobre o futuro do trabalho com IA. A mensagem central é clara: <strong>a IA não tornará obsoletas a maioria das habilidades humanas, mas mudará profundamente como elas são aplicadas</strong>.</p>
<p>O trabalho do futuro será caracterizado por:</p>
<ul>
<li><strong>Colaboração</strong> entre pessoas, agentes digitais e robôs</li>
<li><strong>Evolução</strong> de habilidades, não sua eliminação</li>
<li><strong>Transformação</strong> de papéis, com humanos assumindo funções de maior valor</li>
<li><strong>Crescimento</strong> de novas ocupações e indústrias</li>
</ul>
<p>Os resultados finais – para empresas, trabalhadores e comunidades – dependerão das escolhas feitas hoje. Investir em pessoas e suas habilidades, não apenas em tecnologia, será decisivo para expandir o potencial humano e garantir que os benefícios da IA sejam amplamente compartilhados.</p>
<p>A revolução da IA já está em andamento. A questão não é se ela transformará o trabalho, mas como líderes, organizações e sociedades prepararão as pessoas para prosperar nessa nova realidade.</p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Link da Matéria: <a style="color: #000000;" href="https://www.mckinsey.com/mgi/our-research/agents-robots-and-us-skill-partnerships-in-the-age-of-ai?cid=mgp_opr-eml-alt-mgi-mgp-glb--&amp;hlkid=61e1f5ee03aa404fb8d55c71b897614a&amp;hctky=16800409&amp;hdpid=678f34ce-42cc-403c-85fc-78952ef88ce7" target="_blank" rel="noopener">Clique Aqui</a></em></span></p>
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		<title>A Fábrica de IA Mais Poderosa do Mundo é de uma Farmacêutica</title>
		<link>https://captativa.com.br/a-fabrica-de-ia-mais-poderosa-do-mundo-e-de-uma-farmaceutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:26:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segmento Farmacêutico]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa estadunidense Eli Lilly opera sistemas da Nvidia para descobrir medicamentos, conduzir pesquisas e fabricar produtos mais rapidamente. Um conjunto de 1.016 GPUs Nvidia Blackwell Ultra deu vida à mais poderosa fábrica de inteligência artificial (IA) do mundo, de propriedade da farmacêutica estadunidense Eli Lilly. A promessa é que o Nvidia DGX SuperPOD reduza prazos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa estadunidense Eli Lilly opera sistemas da Nvidia para descobrir medicamentos, conduzir pesquisas e fabricar produtos mais rapidamente. Um conjunto de 1.016 GPUs Nvidia Blackwell Ultra deu vida à mais poderosa fábrica de inteligência artificial (IA) do mundo, de propriedade da farmacêutica estadunidense Eli Lilly. A promessa é que o Nvidia DGX SuperPOD reduza prazos de descoberta de medicamentos e permita avanços acelerados em genômica, medicina personalizada e design molecular em escala industrial.</p>
<p><em>P<span style="color: #000000;">or </span></em><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://olhardigital.com.br/author/bruna-barone/"><em>Bruna Barone</em></a><em>, editado por </em><a style="color: #000000;" href="https://olhardigital.com.br/author/rodrigo-mozelli/"><em>Rodrigo Mozelli</em></a><em> </em></span></p>
<p>O sistema pode resolver <strong>mais de nove quintilhões de problemas matemáticos por segundo</strong>. Sua arquitetura inclui computação acelerada, rede Ethernet <strong>Nvidia Spectrum-X</strong> e software de IA <strong>otimizado</strong>, o que, segundo a <strong>Nvidia</strong>, proporciona uma plataforma <strong>segura e escalável</strong> para setores de <strong>saúde e ciências biológicas</strong>, altamente regulamentados.</p>
<p>“Se você se concentrar apenas na ciência, terá apenas um experimento, um artigo ou um tratamento — mas se unir ciência e tecnologia, como a computação acelerada que estamos obtendo por meio desta fábrica de IA, poderá atingir uma <strong>escala massiva</strong> para levar o tratamento a milhões de pesso<span style="color: #000000;">as”, <a style="color: #000000;" href="https://blogs.nvidia.com/blog/lilly-ai-factory-nvidia-blackwell-dgx-superpod/"><strong>disse</strong></a> Diogo R</span>au, vice-presidente executivo e diretor de informação e digital da Eli Lilly.</p>
<p><strong>Criando modelos a partir da IA</strong></p>
<ul>
<li>A fábrica de IA será usada para <strong>treinar modelos biomédicos</strong> de base e de fronteira em larga escala para descoberta e desenvolvimento de medicamentos;</li>
<li>Modelos selecionados serão disponibilizados no <strong>Lilly TuneLab</strong> — uma plataforma de IA e aprendizado de máquina que fornece às empresas de <strong>biotecnologia</strong> acesso a descobertas da Eli Lilly. A ideia é que a participação de outras companhias <strong>aprimore</strong> os modelos disponíveis atualmente;</li>
<li>“Nossos modelos básicos estão <strong>gerando novas possibilidades</strong> para nossos químicos, ajudando-os a descobrir novos motivos e configurações de átomos que estavam fora do alcance dos métodos tradicionais”, disse Thomas Fuchs, diretor de IA da Eli Lilly. “A IA nos dá os meios para acelerar o progresso tanto no desenvolvimento quanto na entrega de medicamentos melhores, mais personalizados e direcionados.”</li>
</ul>
<p>Usando a plataforma <strong>Nvidia BioNeMo</strong>, a Eli Lilly também poderá treinar modelos de IA que <strong>combinam</strong> os aprendizados de <strong>milhões</strong> de experimentos anteriores com pesquisas públicas para gerar e testar novos <strong>anticorpos, nanocorpos</strong> e novas <strong>moléculas</strong> com <strong>maior precisão e velocidade do que nunca</strong>. Novas <strong>terapias genéticas</strong> para <strong>condições degenerativas</strong> também podem ser projetadas a partir da tecnologia.</p>
<p>A fábrica de IA ainda possibilita a <strong>criação</strong> de grandes modelos de linguagem que <strong>aceleram</strong> os ensaios clínicos, auxiliando na <strong>redação médica e em fluxos de trabalho</strong>. Já as pesquisas baseadas em imagens em medicina de precisão podem ser <strong>reduzidas de meses para dias</strong> com o aprendizado profundo em conjuntos massivos de dados.</p>
<p><strong>Chão de fábrica</strong></p>
<p>O novo sistema aumenta também a <strong>capacidade de produção física de medicamentos</strong> a partir de <strong>gêmeos digitais</strong> das linhas de fabricação. Eles <strong>modelam e otimizam</strong> cadeias de suprimentos inteiras antes de fazer mudanças físicas no mundo real, o que, segundo a Nvidia, <strong>aumenta a segurança e a qualidade dos produtos</strong>.</p>
<p>E os robôs não ficam de fora do plano. Eles são usados para <strong>inspeção de qualidade e transporte de mercadorias</strong>, incluindo medicamentos e componentes de tratamento, como <strong>injetores</strong>. Além disso, agentes de IA podem <strong>raciocinar, planejar e agir</strong> em laboratórios digitais e físicos, ajudando a <strong>gerar novas moléculas</strong>, projetando <strong>tratamentos in silico</strong> e realizando <strong>testes in vitro</strong>.</p>
<p>“Agentes de IA podem trabalhar <strong>24 horas por dia, sete dias por semana</strong>, e <strong>explorar ideias</strong> que os humanos talvez <strong>não tenham tempo ou capacidade</strong> de experimentar”, disse Rau. “No fim das contas, tudo se resume ao <strong>aprendizado humano</strong> — não ao aprendizado de máquina. As máquinas estão ajudando a tornar os humanos <strong>mais inteligentes</strong>, estimulando novas ideias para novas moléculas.”</p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Link da Matéria: <a style="color: #000000;" href="https://olhardigital.com.br/2025/10/28/medicina-e-saude/a-fabrica-de-ia-mais-poderosa-do-mundo-e-de-uma-farmaceutica/" target="_blank" rel="noopener">Clique Aqui</a></em></span></p>
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		<title>Brasil Tem 24 Indústrias Entre as Maiores Farmacêuticas</title>
		<link>https://captativa.com.br/brasil-tem-24-industrias-entre-as-maiores-farmaceuticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 17:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segmento Farmacêutico]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor ganha destaque em ranking do Valor Econômico, em parceria com Serasa Experian e FGV Em um cenário de crescimento superior ao Produto Interno Bruto (PIB), 24 indústrias se sobressaem no ranking das maiores farmacêuticas do país. O estudo faz parte do Anuário Valor 1000, elaborado pelo Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Setor ganha destaque em ranking do Valor Econômico, em parceria com Serasa Experian e FGV</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em um cenário de crescimento superior ao Produto Interno Bruto (PIB), 24 indústrias se sobressaem no ranking das maiores farmacêuticas do país. O estudo faz parte do <em>Anuário Valor 1000, </em>elaborado pelo <em>Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da FGV-SP.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>por Ana Claudia Nagao via Panorama Farmacêutico<br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Na classificação final por segmento, a EMS lidera com 64 pontos, seguida pelo Aché (58,5) e pela Cálamo (58,4). Os bons resultados obtidos em 2024 são atribuídos à diversificação das linhas de medicamentos, ao investimento na produção local de insumos e à inauguração de novas unidades fabris.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Segundo Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS, a estratégia de internacionalização e o foco em novas terapias, com destaque para os análogos de GLP-1, foram decisivos para sustentar o crescimento da empresa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A farmacêutica também anunciou um novo ciclo de investimentos de <strong>R$ 1 bilhão</strong> para os próximos dois anos. Os recursos serão destinados à modernização da estrutura existente e à abertura de novas fábricas. O número de pesquisadores também deve passar de 800 para 900 até o fim de 2025.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Ainda neste ano, a ampliação da unidade de Manaus (AM) aumentará em 30% nossa capacidade de produção de medicamentos”, afirma Sanchez.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Top 10 farmacêuticas (por nota)</strong></span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4343" src="https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/09/post01.png" alt="" width="567" height="338" srcset="https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/09/post01.png 567w, https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/09/post01-300x179.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /><br />
<span style="color: #000000;"><em>Fonte: Anuário Valor 1000</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Os desafios das maiores farmacêuticas do país</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Apesar do desempenho positivo, o setor enfrenta desafios. Segundo <a style="color: #000000;" href="https://www.linkedin.com/in/bruno-porto/">Bruno Porto</a>, sócio e líder do setor de saúde na PwC Brasil, o crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas ao governo e a hospitais. No entanto, para reduzir a dependência de insumos importados, as empresas têm investido em biossimilares e no desenvolvimento de <strong>moléculas próprias</strong>.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A <strong>reforma tributária</strong>, porém, pode impactar a logística e a estrutura dos contratos de importação. Porto explica que a mudança na cobrança do ICMS exigirá mais recursos de caixa das empresas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“No modelo atual, as companhias recebem o valor total da venda e, em um momento posterior, pagam o ICMS ao governo, utilizando esse valor como capital de giro. Com a reforma, o imposto será retido e recolhido automaticamente no momento da liquidação da transação”, esclarece o especialista.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Ranking Valor 1000 por receita líquida</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4344" src="https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/09/post02.png" alt="" width="542" height="558" srcset="https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/09/post02.png 542w, https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/09/post02-291x300.png 291w" sizes="(max-width: 542px) 100vw, 542px" /><br />
Fonte: Anuário Valor 1000</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/brasil-tem-24-industrias-entre-as-maiores-farmaceuticas-do-pais/" target="_blank" rel="noopener"><em>Link da Matéria: Clique Aqui</em></a></span></p>
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		<title>Pesquisa Clínica Pode Incluir 286mil Brasileiros em Estudos de Medicamentos</title>
		<link>https://captativa.com.br/pesquisa-clinica-pode-incluir-286mil-brasileiros-em-estudos-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 17:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segmento Farmacêutico]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento exclusivo aponta que aplicação de regra já sancionada por Lula também seria responsável por investimento direto de R$2,1 bilhões no país. Um levantamento realizado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) em parceria com a consultoria IQVIA apontou que a aplicação da nova lei que determina como deve ser feita a pesquisa clínica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento exclusivo aponta que aplicação de regra já sancionada por Lula também seria responsável por investimento direto de R$2,1 bilhões no país.</p>
<p>Um levantamento realizado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) em parceria com a consultoria IQVIA apontou que a aplicação da nova lei que determina como deve ser feita a pesquisa clínica — como se chamam os estudos de novos medicamentos — pode incluir 286 mil novos pacientes brasileiros em análises do tipo. O mesmo levantamento diz que a nova regulamentação, já sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pode levar ao investimento de R$2,1 bilhão de reais do setor no Brasil, por ano, causando impacto econômico de R$6,3 bilhões anuais.</p>
<p><span style="color: #000000;">Por <a style="color: #000000;" href="https://oglobo.globo.com/autores/mariana-rosario/" target="_blank" rel="noopener"><em>Mariana Rosário</em></a> — São Paulo</span></p>
<p>Por fim, a pesquisa, obtida com exclusividade pelo GLOBO, também aponta que 56 mil profissionais científicos podem ser envolvidos nessas novas análises, uma vez que elas sejam atraídas para o país. A avaliação da entidade é que se o Brasil implementar as mudanças previstas na nova regulamentação, passará de 20º no ranking de pesquisa clínica global para 10º. O prazo para essas mudanças ocorrerem, porém, ainda é difícil de medir, aponta o setor.</p>
<p>— Se o país tiver esse marco regulatório implementado, haveria uma subida na capacidade de fazer estudos clínicos. Isso porque o Brasil tem outras características naturais (positivas). Há uma grande população urbana, miscigenada, há excelente base científica, centros de pesquisas, uma população gigantesca, de 200 milhões de pessoas — afirma Renato Porto, presidente-executivo da organização. — Comparando as características de países que estão em determinadas posições (no ranking de realização de estudos clínicos) e as nossas características, seria possível dizer que o Brasil facilmente passaria a ocupar, por exemplo, a décima posição.</p>
<p>O entusiasmo com a subida do país no ranking exibido no documento do estudo, diz Renato Porto, é fruto da observação de outras nações, a exemplo de Egito e Turquia. Esses lugares, em poucos anos, tornaram-se mais representativos no cenário global de pesquisa clínica, mesmo apresentando cenários internos menos favoráveis do que o Brasil tem agora.</p>
<p>— São países que não têm uma população tão grande e não têm uma capacidade tão grande de atrair pesquisa clínica – diz.</p>
<p>Outro trunfo do país, diz o material, seriam custos menos elevados para realizar uma análise do tipo. A pesquisa toma como exemplo uma média de custo para pesquisas oncológicas — o tipo mais predominante em todo o mundo — para avaliar as métricas de custos globais. Realizar uma análise do Brasil consumiria apenas 44% do orçamento necessário para fazer uma pesquisa do mesmo tipo nos Estados Unidos. O país, demonstra a pesquisa, seria menos custoso do que Argentina, Alemanha, Bélgica, Reino Unido e Polônia.</p>
<p>A aprovação da lei que muda os critérios de pesquisa clínica no Brasil entrou em vigor agosto do ano passado, após anos de paralisações e vetos. A legislação, entre outras coisas, acelerou prazos, reduziu o período que desenvolvedores são obrigados a fornecer o medicamento ao voluntário após o fim do estudo, e também mudou os critérios da aprovação ética de cada análise. As mudanças, contudo, só entram oficialmente em vigor quando o Ministério da Saúde regulamentar como devem ocorrer essas alterações, por meio de portarias, que expliquem prazos e métodos para que o plano saia do papel. Ainda não há, oficialmente, prazo conhecido para que esse trabalho ocorra.</p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Link da Matéria:</em> <a style="color: #000000;" href="https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/09/05/nova-lei-de-pesquisa-clinica-pode-incluir-286-mil-novos-brasileiros-em-estudos-de-medicamentos-diz-levantamento-inedito.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Clique Aqui</a></span></p>
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		<title>Quem Lidera Aportes em P&#038;D na Indústria Farmacêutica</title>
		<link>https://captativa.com.br/quem-lidera-aportes-em-ped-na-industria-farmaceutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 16:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segmento Farmacêutico]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://captativa.com.br/?p=4324</guid>

					<description><![CDATA[<p>Confira quem lidera aportes em P&#38;D na indústria farmacêutica Gigantes do setor vêm consolidando o Brasil como polo estratégico. Os investimentos em P&#38;D na indústria farmacêutica vêm ganhando protagonismo na agenda setorial, o que ajuda a projetar o Brasil como polo estratégico para o desenvolvimento de medicamentos em nível global. E os laboratórios nacionais estão em evidência, conforme [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Confira quem lidera aportes em P&amp;D na indústria farmacêutica</strong></p>
<p>Gigantes do setor vêm consolidando o Brasil como polo estratégico. Os <strong>investimentos em </strong><strong>P&amp;D</strong> na indústria farmacêutica vêm ganhando protagonismo na agenda setorial, o que ajuda a projetar o Brasil como polo estratégico para o desenvolvimento de medicamentos em nível global. E os laboratórios nacionais estão em evidência, conforme apontou o anuário <em>Inovação Brasil</em>.</p>
<p><strong><em>por Gabriel Noronha via Panorama Farmacêutico</em></strong></p>
<p>O estudo foi veiculado pelo Valor Econômico, com a compilação dos indicadores e das análises em parceria com a Strategy&amp;, da PwC. Entre as cinco primeiras colocadas em aportes, estão empresas líderes no país, que apostam na diversificação das áreas terapêuticas.</p>
<p><strong>Investimentos em P&amp;D na indústria farmacêutica: confira ranking</strong></p>
<p><strong>Farmacêuticas líderes em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) no Brasil</strong></p>
<p><strong>(Classificação de acordo com o ranking geral do estudo)</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4326" src="https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/08/imgpost.png" alt="" width="567" height="295" srcset="https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/08/imgpost.png 567w, https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/08/imgpost-300x156.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /><br />
Fonte: Anuário Inovação Brasil (Strategy&amp; e Valor Econômico)</p>
<p><strong>EMS lidera com projeto bilionário em Hortolândia</strong></p>
<p>A líder no setor, segundo a pesquisa, é a EMS. A farmacêutica brasileira prevê um investimento superior a R$ 700 milhões apenas em 2025, como parte da expansão de seu centro de pesquisas de Hortolândia (SP).</p>
<p>“Estamos ampliando a equipe em 20% e seguimos atuando de forma integrada e estratégica no avanço de soluções farmacêuticas para o Brasil e o mercado internacional”, afirma Carlos Alberto Fonseca de Moraes, diretor de P&amp;D e Inovação.</p>
<p>A empresa também anunciou novos produtos à base de liraglutida, princípio ativo voltado ao tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. “São os primeiros análogos de GLP-1 fabricados no Brasil, desenvolvidos com tecnologia exclusiva baseada em síntese química de peptídeos, o que garante alto grau de pureza e desempenho terapêutico”, explica o executivo.</p>
<p><strong>Eurofarma aposta em inovação radical e saúde digital</strong></p>
<p>Logo atrás está a Eurofarma, que investiu mais de R$ 755 milhões em P&amp;D no ano passado, um crescimento de 23% em relação a 2023. O valor, equivalente a <strong>7% da receita líquida da empresa</strong>, foi destinado à ampliação do portfólio, com 118 lançamentos no Brasil e 298 em outros mercados.</p>
<p>“A inovação radical própria é algo sem precedentes na indústria farmacêutica de capital regional”, diz João Siffert, vice-presidente de Inovação e P&amp;D. “Temos dois projetos com potencial para ingressar em estudos clínicos de fase 1 em breve”, completa.</p>
<p>Segundo Rodrigo Pereira, diretor de Empreendedorismo e Digital, a farmacêutica também aposta em tecnologias além dos laboratórios. “Investimos em frentes que ajudam a moldar o futuro da medicina, como saúde digital, terapias avançadas e inteligência artificial aplicada ao cuidado, por meio de uma cultura de inovação aberta.”</p>
<p>A companhia também opera um fundo de <em>corporate venture</em> com captação de US$ 100 milhões em cinco anos, que <strong>apoia startups</strong> em estágio inicial com foco em áreas como imunoterapia, genética, IA aplicada ao desenvolvimento de medicamentos e até computação quântica.</p>
<p><strong>Inovações já representam mais da metade da receita da Roche</strong></p>
<p>Na terceira posição do ranking aparece a <strong>Roche Brasil</strong>, que ampliou seus aportes em P&amp;D em 10% no último ano, totalizando mais de R$ 600 milhões. Os investimentos, que já correspondem a mais da metade do faturamento da empresa, estão voltados a soluções que promovam a descentralização do cuidado, aproximando tratamentos e diagnósticos dos pacientes, seja em postos de saúde ou em domicílio.</p>
<p>“A digitalização da saúde com o uso de dados e inteligência artificial, tem sido essencial para orientar decisões clínicas mais precisas e políticas públicas mais eficazes”, explica a presidente no Brasil Lorice Scalise.</p>
<p><strong>AbbVie e Blau fecham o top 5 com foco em biotecnologia e inovação</strong></p>
<p>A quarta e a quinta colocação são ocupadas por AbbVie e Blau, respectivamente. A primeira empresa é a filial brasileira da farmacêutica americana que, em apenas 12 anos, tornou-se a <strong>terceira maior do mundo</strong> em valor de mercado.</p>
<p>Criada como braço de inovação da Abbott, a empresa tornou-se independente em 2013, com foco em medicamentos inovadores. “A estratégia é desenvolver tratamentos para doenças ainda não atendidas, ou criar medicamentos mais eficazes e seguros para enfermidades já tratadas. Esse é o DNA da companhia”, afirma o gerente-geral no Brasil Eduardo Tutihashi.</p>
<p>Já a multinacional brasileira Blau aposta na biotecnologia voltada ao mercado institucional e hospitalar, investindo uma parcela relevante de seu faturamento líquido em inovação. Em 2024, o investimento se aproximou dos R$ 170 milhões.</p>
<p>[grifa]Com mais de <strong>100 projetos</strong> em diferentes estágios, a farmacêutica foca na integração de plataformas próprias com inteligência artificial[/grifar] para antecipar necessidades médicas ainda não atendidas, em áreas como oncologia, imunologia, nefrologia, reumatologia e hematologia.</p>
<p>Uilberson Silva, diretor de P&amp;D, destaca o principal projeto da empresa: um anticorpo monoclonal voltado ao tratamento de diferentes tipos de câncer, com um mercado global estimado em US$ 40 bilhões (R$ 218,3 bilhões).</p>
<p>O anuário <em>Inovação Brasil </em>também destaca outras empresas com atuação relevante no setor farmacêutico, como o Grupo Boticário (7º lugar), o Grupo Elfa (51º), o Grupo Profarma (76º) e a Reckitt Benckiser (117º).</p>
<p><span style="color: #000000;"><em><a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/confira-quem-lidera-aportes-em-pd-na-industria-farmaceutica/" target="_blank" rel="noopener"><u>Link da Matéria</u></a></em></span></p>
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		<item>
		<title>Inteligência Artificial na Descoberta de Medicamentos</title>
		<link>https://captativa.com.br/inteligencia-artificial-na-descoberta-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 18:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segmento Farmacêutico]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aplicação da inteligência artificial (IA) na descoberta de medicamentos está transformando profundamente a indústria farmacêutica. Com algoritmos avançados, aprendizado de máquina e modelos generativos, a IA tem acelerado processos, reduzido custos e ampliado as possibilidades terapêuticas. Acelerando a Inovação Tradicionalmente, o desenvolvimento de um novo medicamento pode levar de 10 a 15 anos. Com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A aplicação da inteligência artificial (IA) na descoberta de medicamentos está transformando profundamente a indústria farmacêutica. Com algoritmos avançados, aprendizado de máquina e modelos generativos, a IA tem acelerado processos, reduzido custos e ampliado as possibilidades terapêuticas.</p>
<p><strong>Acelerando a Inovação</strong></p>
<p>Tradicionalmente, o desenvolvimento de um novo medicamento pode levar de 10 a 15 anos. Com IA, esse tempo tem sido significativamente reduzido. Um exemplo notável é o Rentosertib, desenvolvido pela Insilico Medicine, o primeiro medicamento criado 100% com IA, que atingiu a fase IIa de testes clínicos com resultados promissores publicados na Nature Medicine em junho de 2025.</p>
<p><strong>Ferramentas e Plataformas Promissoras</strong></p>
<p>Diversas ferramentas estão sendo utilizadas para acelerar e aprimorar a descoberta de medicamentos:</p>
<p>SyntheMol: Desenvolvida por Stanford e McMaster, essa IA generativa cria receitas químicas para novos antibióticos. A ferramenta foi especificamente projetada para combater bactérias resistentes como a Acinetobacter baumannii, criando estruturas e receitas químicas para seis novos medicamentos potenciais.</p>
<p>AlphaFold (DeepMind): Revolucionou a biologia estrutural ao prever a estrutura de mais de 200 milhões de proteínas, acelerando significativamente a identificação de alvos terapêuticos e o desenvolvimento de novos medicamentos.</p>
<p><strong>Personalização e Precisão</strong></p>
<p>A IA permite terapias personalizadas com base no perfil genético, histórico clínico e estilo de vida dos pacientes. Isso aumenta a eficácia dos tratamentos e reduz efeitos adversos, especialmente em áreas como oncologia, doenças raras e medicina de precisão.</p>
<p><strong>Redução de Custos e Riscos</strong></p>
<p>A IA ajuda a reduzir os altos custos do desenvolvimento farmacêutico ao automatizar etapas como triagem de compostos, simulações moleculares e análise de dados clínicos. Além disso, contribui para aumentar a taxa de sucesso nos ensaios clínicos, tradicionalmente baixa na indústria farmacêutica.</p>
<p><strong>Desafios Éticos e Regulatórios</strong></p>
<p>Apesar dos avanços, a adoção da IA na farmacologia levanta questões importantes que precisam ser enfrentadas com responsabilidade:</p>
<ol>
<li>Vieses Algorítmicos</li>
</ol>
<p>Algoritmos treinados com dados enviesados podem perpetuar desigualdades. Por exemplo, se os dados utilizados forem predominantemente de populações específicas, os resultados podem ser menos eficazes ou até prejudiciais para outros grupos. Isso compromete a equidade no acesso e na eficácia dos tratamentos.</p>
<ol start="2">
<li>Transparência e Explicabilidade</li>
</ol>
<p>Modelos de IA, especialmente os baseados em redes neurais profundas, são frequentemente considerados "caixas-pretas". Isso significa que nem sempre é possível entender como a IA chegou a determinada conclusão. Para garantir segurança e confiança, é essencial que os sistemas sejam explicáveis e auditáveis por profissionais da saúde e órgãos reguladores.</p>
<ol start="3">
<li>Privacidade de Dados</li>
</ol>
<p>O uso de dados sensíveis, como informações genéticas e de saúde, exige conformidade com legislações como a LGPD no Brasil. Vazamentos ou uso indevido desses dados podem gerar sanções legais, danos à reputação das empresas e perda de confiança por parte dos pacientes.</p>
<ol start="4">
<li>Regulamentação</li>
</ol>
<p>O Brasil avança com o PL 2338/2023, que estabelece diretrizes para o uso responsável da IA. O projeto prevê princípios como centralidade da pessoa humana, transparência, não discriminação e proteção de dados. No setor farmacêutico, isso significa que o uso de IA deve ser supervisionado, validado e alinhado com os direitos dos pacientes.</p>
<p>A inteligência artificial está inaugurando uma nova era na descoberta de medicamentos. Combinando velocidade, precisão e personalização, ela promete revolucionar a forma como tratamos doenças. No entanto, é essencial que os avanços tecnológicos caminhem lado a lado com a ética, a transparência e a regulamentação adequada.</p>
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		<item>
		<title>Crédito Para Farmacêuticas Supera R$4 Bilhões em Três Anos</title>
		<link>https://captativa.com.br/credito-para-farmaceuticas-supera-r4-bilhoes-em-tres-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 11:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segmento Farmacêutico]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Montante de financiamentos liberado pelo BNDES é quatro vezes superior ao do período de 2020 a 2022 O crédito para farmacêuticas anda bem generoso. Segundo dados obtidos com exclusividade pelo Panorama Farmacêutico, o volume de financiamentos concedidos pelo BNDES às indústrias do setor atingiu R$ 4,52 bilhões entre 2023 e junho de 2025 – valor quatro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Montante de financiamentos liberado pelo BNDES é quatro vezes superior ao do período de 2020 a 2022</p>
<p>O crédito para farmacêuticas anda bem generoso. Segundo dado<span style="color: #000000;">s obtidos com exclusividade pelo <a style="color: #000000;" href="http://www.panoramafarmaceutico.com.br/"><strong>Panorama Farmacêutico</strong></a>, o volume de financiamentos concedidos pelo BNDES às indústrias do setor atingiu R$ 4,52 bilhões entre 2023 e junho de 2025 – valor quatro vezes superior ao R$ 1,09 bilhão liberado pelo banco no mesmo período anterior. Desde 2020, foram computadas 33 operações do gênero envolvendo laboratórios de capital nacional, somando R$ 5,61 bilhões. O governo Lula respondeu por 81% desses investimentos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Panorama Farmacêutico / por </em><em>Márcia Queirós</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao avaliar o balanço de financiamentos ano a ano, o <strong>Panorama Farmacêutico</strong> constatou que, em 2020, o total aproximou-se de R$ 1 bilhão, impulsionado pela pandemia de coronavírus. O crédito voltou a esfriar e retomada só ocorreu a partir de 2023. O ano passado representou o auge dessa política de investimentos do BNDES, a partir da implementação da Nova Indústria Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Crédito para farmacêuticas ano a ano<br />
(em bilhões de R$)</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4313" src="https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/07/imgpost.png" alt="" width="519" height="415" srcset="https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/07/imgpost.png 519w, https://captativa.com.br/wp-content/uploads/2025/07/imgpost-300x240.png 300w" sizes="auto, (max-width: 519px) 100vw, 519px" /></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: BNDES</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Crédito para farmacêuticas segue com média expressiva em 2025</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">O crédito para farmacêuticas em 2025 parece acompanhar o ritmo do ano passado, com média mensal de R$ 211 milhões – próxima do patamar de R$ 272 milhões de 2024. Dos quatro financiamentos aprovados no primeiro semestre, dois deles foram destinados à <a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/libbs-200-milhoes-bndes/">Libbs</a> e somam R$ 104,9 milhões, para aquisição de  máquinas, equipamentos e bens industrializados, além do aumento da capacidade produtiva de suas plantas localizadas em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo. O laboratório prevê encorpar a fabricação de medicamentos de síntese química, biológicos para tratamento de diferentes tipos de câncer, além de insumos farmacêuticos ativos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Laboratório Teuto-Brasileiro também teve acesso a recursos. O BNDES  liberou, em fevereiro deste ano, R$ 90 milhões. O aporte será usado para o desenvolvimento de 14 novos medicamentos, com foco em diabetes e hipertensão. No mesmo mês, a <a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/bndes-aprova-r-650-milhoes-em-investimento-para-a-bionovis/">Bionovis</a> obteve R$ 650 milhões para acelerar a pesquisa e produção de insumos e medicamentos biotecnológicos de alta complexidade em Valinhos, no interior paulista. Câncer, doenças raras e autoimunes estão no radar.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Previsão para 2026</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://www.linkedin.com/in/reginaldo-arcuri-a266aa63/">Reginaldo Arcuri</a>, presidente-executivo do Grupo FarmaBrasil, informa que <strong>oito de 12 farmacêuticas nacionais </strong>já acessaram cerca de R$ 3,5 bilhões em <strong>empréstimos do </strong><a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/?s=bndes&amp;post_type=post"><strong>BNDES</strong></a> nos últimos três anos. Os recursos fazem parte de um plano de investimento que prevê a aplicação de R$ 20 bilhões até 2026 – sendo R$ 13 bi para pesquisa e desenvolvimento, e R$ 7 bi voltados à modernização da infraestrutura, como fábricas, equipamentos e centros de inovação.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“A agilidade e precisão com que o banco tem analisado as propostas das nossas associadas asseguram a previsibilidade necessária para que a indústria farmacêutica brasileira continue crescendo de forma sólida”, destaca <a style="color: #000000;" href="https://www.linkedin.com/in/reginaldo-arcuri-a266aa63/">Reginaldo Arcuri</a>.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Fomento do setor</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Especialistas do setor atribuem esse contexto especialmente a dois governos. A gestão de Fernando Henrique Cardoso plantou o terreno para o crescimento do setor farmacêutico nacional, com medidas como a <a style="color: #000000;" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9279.htm">Lei da Propriedade Industrial</a>, a criação da <a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/glossario/anvisa-agencia-nacional-de-vigilancia-sanitaria/">Anvisa</a> e, em especial, a implementação dos <a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/glossario/medicamentos-genericos/">medicamentos genéricos</a>.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Essas decisões exigiram das farmacêuticas brasileiras uma completa revitalização dos seus parques industriais. Esse era um caminho obrigatório para adaptar a produção aos padrões de <a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/glossario/bioequivalencia-bioequivalente/">bioequivalência</a> e bioimpedância requeridos pelos genéricos, além de enfrentar a concorrência das multinacionais – que detinham 60% do mercado até o início dos anos 2000.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Com as bases formadas no governo anterior, Lula colocou em prática uma política de Estado que tinha como meta formar empresas supernacionais. Elas deveriam ser capazes de competir globalmente com apoio dos recursos do BNDES, por meio de programas de incentivo como o Profarma (Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Cadeia Produtiva Farmacêutica), instituído em 2004. A <a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/glossario/farmacia-popular/">Farmácia Popular</a>, que nasceu em 2004, também foi usada para fomentar a produção de medicamentos. O enredo do terceiro mandato é o mesmo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“E o  <a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/glossario/sus-sistema-unico-de-saude/">SUS</a> pode ser uma alavanca extremamente importante para o incentivo do complexo industrial da saúde. O poder de compra do setor público pode ser usado para incentivar a indústria localizada no país ou atrair fabricantes para o Brasil, independentemente da origem do capital”, reforça <a style="color: #000000;" href="https://br.linkedin.com/in/nelson-mussolini-679a667/pt">Nelson Mussolini</a>, presidente executivo do Sindusfarma.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Link da Matéria: <a style="color: #000000;" href="https://panoramafarmaceutico.com.br/credito-para-farmaceuticas-supera-r-4-bi-em-tres-anos/" target="_blank" rel="noopener">Clique Aqui</a></span></p>
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		<title>A Geração Z, Que Consumiu 6,6% Mais Medicamentos em 2024</title>
		<link>https://captativa.com.br/a-geracao-z-que-consumiu-66-mais-medicamentos-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 18:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Geração Z, que consumiu 6,6% mais medicamentos em 2024, está mais ansiosa ou consciente? Transformações sociais, tecnológicas e econômicas estão ressignificando o trabalho e, com elas, o papel da saúde mental nas empresas. Em 2024, o Brasil bateu recordes de afastamentos por ansiedade e depressão, mostrando que o tema deixou de ser tabu para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Geração Z, que consumiu 6,6% mais medicamentos em 2024, está mais ansiosa ou consciente?</strong></p>
<p>Transformações sociais, tecnológicas e econômicas estão ressignificando o trabalho e, com elas, o papel da saúde mental nas empresas. Em 2024, o Brasil bateu recordes de afastamentos por ansiedade e depressão, mostrando que o tema deixou de ser tabu para se tornar prioridade. Segundo o Ministério da Previdência Social, houve um aumento de 68% nas licenças médicas motivadas por essas condições. A análise desse cenário entre Millennials e geração Z revela tanto avanços no cuidado quanto alertas sobre o ambiente corporativo.</p>
<p><em>Por Exame/Ste | Autor: Luiz Gonzalez</em></p>
<p>A discussão ganha ainda mais complexidade quando analisamos o impacto dessas mudanças sobre as gerações mais jovens, especialmente a geração Z e os Millennials. Um levantamento recente da Vidalink, com base na análise de 273.626 unidades de medicamentos consumidas ao longo do último ano por 58.949 colaboradores de 165 empresas brasileiras, mostrou que a geração Z teve um crescimento de 7,9% no número de usuários do plano de medicamentos para saúde mental e de 6,6% no volume de medicamentos consumidos, como ansiolíticos e antidepressivos. Entre os Millennials, o aumento foi de 6,8% no número de usuários e de 5,6% nas unidades de medicamentos.</p>
<p>Esses dados refletem mais do que uma tendência de consumo. Eles indicam uma transformação no modo como essas gerações encaram a saúde mental no ambiente corporativo.</p>
<p><strong>A geração Z está medicada porque está consciente?</strong></p>
<p>Os desafios da geração Z refletem o contexto em que cresceram: hiperconectados, expostos desde cedo a crises econômicas, mudanças climáticas, instabilidade no trabalho e uma avalanche constante de informações. Muitos iniciaram suas carreiras em um cenário pandêmico, sem experiências presenciais significativas, o que dificultou a construção de vínculos interpessoais.</p>
<p>Além disso, há uma sensação crônica de fadiga mental, alimentada pela sobrecarga de informação, pela aceleração tecnológica e pela exigência constante de adaptação. Por outro lado, essa é uma geração que cresceu com mais liberdade para falar sobre saúde mental, o que favorece diagnósticos e tratamentos. Isso representa uma mudança cultural importante, mas também escancara o quanto o ambiente de trabalho ainda contribui para quadros de ansiedade, esgotamento e burnout. Estar mais atento à saúde emocional não significa estar imune ao sofrimento, apenas mais apto a reconhecê-lo e buscar apoio.</p>
<p><strong>Por que os Millennials ainda são os mais impactados?</strong></p>
<p>Embora o crescimento proporcional mais expressivo tenha ocorrido entre os mais jovens, os Millennials seguem liderando em número absoluto de usuários de medicamentos para saúde mental. Essa geração cresceu sob promessas de sucesso e estabilidade que não se concretizaram. Entraram no mercado em meio a crises econômicas, enfrentaram a precarização das relações de trabalho e, hoje, acumulam múltiplos papéis: trabalho, filhos, cuidados com os pais e tarefas domésticas.</p>
<p>Essa combinação crítica de pressões profissionais, pessoais e sociais afeta especialmente as mulheres. No Check-up de Bem-Estar 2024, conduzido pela Vidalink, 44% das mulheres Millennials relataram enfrentar sobrecarga com dupla jornada de trabalho. Elas também são 79% mais propensas que os homens a utilizarem medicamentos para saúde mental. Esses números deixam claro que a desigualdade de gênero é um fator estruturante da crise de saúde mental no trabalho e precisa estar no centro das políticas corporativas de bem-estar.</p>
<p>Por outro lado, ao contrário das gerações mais velhas, que muitas vezes ainda encaram o cuidado emocional com estigma, os Millennials incorporaram a saúde mental como parte de sua rotina.</p>
<p><strong>Medicamento é parte do cuidado, mas não basta</strong></p>
<p>É importante reforçar: o aumento do uso de medicamentos não é, por si só, um problema. Pelo contrário, é um sinal de que mais pessoas estão buscando ajuda médica. Porém, o tratamento medicamentoso precisa estar inserido em uma abordagem integrada, que contemple acompanhamento psicológico, sono adequado, alimentação balanceada, atividade física e relações sociais saudáveis.</p>
<p>Isso porque os medicamentos não evitam os danos físicos e mentais causados por ambientes que perpetuam jornadas exaustivas, assédio moral, sobrecarga constante e insegurança psicológica. Enquanto essas condições persistirem, é natural que o número de diagnósticos e tratamentos siga em alta.</p>
<p>Nesse cenário, o papel das empresas é fundamental. Organizações que oferecem planos de medicamentos, sessões de terapia, benefícios flexíveis voltados à saúde física e emocional e investem na formação de lideranças empáticas e preparadas para promover segurança psicológica contribuem para ambientes mais saudáveis e produtivos.</p>
<p>Acolher as novas gerações e suas demandas emocionais não é mais um diferencial competitivo, mas uma necessidade para garantir sustentabilidade, retenção de talentos e inovação no ambiente de trabalho.</p>
<p><strong>Qual o futuro da saúde mental no trabalho?</strong></p>
<p>A tendência, ao menos no curto e médio prazo, é de crescimento no número de profissionais em tratamento para saúde mental. A busca por apoio, inclusive por meio do uso de medicamentos, faz parte de um movimento de conscientização importante, mas que precisa ser acompanhado de mudanças estruturais nas organizações.</p>
<p>A boa notícia é que muitas empresas já iniciaram esse processo. Políticas concretas de prevenção, suporte e acolhimento em bem-estar vêm ganhando espaço e contribuindo para a construção de ambientes mais equilibrados. A estabilização da curva de adoecimento vai depender da profundidade com que essas iniciativas forem incorporadas à cultura organizacional.</p>
<p>Investir no bem-estar das novas gerações é investir em inovação, retenção e futuro. A pergunta que as empresas precisam responder agora é: estamos prontos para isso?<br />
<span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://exame.com/bussola/a-geracao-z-que-consumiu-66-mais-medicamentos-em-2024-esta-mais-transtornada-ou-mais-consciente/" target="_blank" rel="noopener"><em>Link da Matéria</em></a></span></p>
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		<title>Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ Depoimento</title>
		<link>https://captativa.com.br/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqiapn-depoimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Captativa News]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os Posts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante este mês do Orgulho LGBTQIAPN+, fizemos questão de destacar, em nossas redes sociais, a importância de refletirmos sobre diversidade, respeito e inclusão. Compartilhamos histórias de personalidades que marcaram — e continuam marcando — nossa trajetória coletiva, contribuindo de forma significativa para a saúde, a cultura e o bem-estar da sociedade. Elas nos mostram, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p ><em>Durante este <strong>mês do Orgulho LGBTQIAPN+</strong>, fizemos questão de destacar, em nossas redes sociais, a importância de refletirmos sobre diversidade, respeito e inclusão. Compartilhamos histórias de personalidades que marcaram — e continuam marcando — nossa trajetória coletiva, contribuindo de forma significativa para a saúde, a cultura e o bem-estar da sociedade. Elas nos mostram, com coragem e autenticidade, como a diversidade enriquece o mundo em que vivemos.</em></p>
<p ><em>Como parte das nossas ações, convidamos colaboradores que se identificam com a comunidade LGBTQIAPN+ a dividirem suas vivências conosco. Foi com grande emoção que recebemos o depoimento do nosso colega Henrique Souza — um relato potente, sensível e inspirador, que nos toca profundamente e reafirma nosso compromisso com a construção de um ambiente inclusivo.</em></p>
<p ><em>Mais do que políticas corporativas, acreditamos em pessoas reais, histórias verdadeiras e na força de um espaço onde cada um possa brilhar com sua autenticidade.</em></p>
<p ><em>Henrique, nossa gratidão é imensa! É uma honra ter você em nossa equipe.</em></p>
<p ><strong><em>Convidamos vocês a conhecerem essa história que nos inspira a seguir em frente, com mais empatia, coragem e orgulho.</em></strong></p>
<p >---------</p>
<p >Olá, Pessoal da Captativa,</p>
<p >Meu nome é Henrique, tenho 30 anos e sou homossexual assumido desde os meus 16.</p>
<p >Primeiramente, gostaria de parabenizar a Captativa por esta iniciativa de celebrar o Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ e por criar um espaço seguro para compartilhamento de experiências. É fundamental que as empresas demonstrem esse compromisso com a equidade, o respeito e a inclusão.</p>
<p >Viver a realidade de ser LGBTQIAPN+ no mundo corporativo sempre foi um desafio particular para mim. Desde que me assumi, aos 16 anos, entendi que a visibilidade e a autenticidade são valores inegociáveis na minha vida. No entanto, nem sempre o ambiente de trabalho acompanha essa premissa.</p>
<p >Ao longo da minha trajetória profissional, encontrei barreiras que, embora sutis em alguns momentos, eram reais. Desde a preocupação com o tipo de roupa que usaria para uma reunião, para não "chocar", até a autocensura em conversas informais para evitar a "saia justa" de falar sobre um fim de semana com meu namorado. Houve momentos em que senti que minha identidade poderia ser um fator limitante em oportunidades de crescimento ou mesmo na formação de laços com colegas. Superar isso exigiu resiliência e, principalmente, a coragem de ser eu mesmo, mesmo que isso significasse educar o ambiente ao meu redor.</p>
<p >As conquistas que me enchem de orgulho são exatamente as que me permitiram ser quem sou plenamente no trabalho. Cada vez que pude falar abertamente sobre minha vida pessoal sem receios, cada projeto em que fui reconhecido exclusivamente pelo meu mérito profissional, e cada colega que se tornou um aliado, são vitórias. Ter a liberdade de não precisar "esconder" quem eu sou no dia a dia é uma das maiores conquistas e algo que valorizo imensamente em ambientes que me proporcionam isso.</p>
<p >Acredito que compartilhar nossas histórias é um passo crucial para a construção de um ambiente de trabalho verdadeiramente inclusivo, onde a diversidade não é apenas tolerada, mas celebrada.</p>
<p >Obrigado pelo espaço para o depoimento.</p>
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